摘要:Neste artigo, são os desencontros entre o que se vê e o que se entende que se prestam para a escrita sobre o curta-metragem O Búzio do cineasta moçambicano Sol de Carvalho. Como na pintura de Magritte , a bala é desdita como projétil fatídico pela presença do búzio que nos lança numa sorte vindoura. As transfigurações movidas pelo princípio da guerra deslocam o cenário do local e do tempo históricos e o transportam para o comum das experiências humanas. O ininterrupto movimento pendular entre bala e búzio impede fixar imagem e sentido, num presente que não passa, como visar utopias e distopias, num futuro que não acontece.