摘要:Em outubro de 2013 o Instituto Royal, que realizava testes para medicamentos indicados pro tratamento de câncer, diabete e hipertensão, foi fechado após ativistas invadirem o local e roubarem 178 cães da raça beagle usados nos experimentos. Em julho de 2015, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma resolução onde reconhece 17 modos alternativos que haviam sido liberados pelo Conselho Nacional de Experimentação Animal (Concea), e esses métodos determinam a substituição das técnicas atuais aplicadas nos animais, que deverá ser regulada até 2019. No entanto, a polêmica criada em cima do assunto leva a proporções maiores, pois por mais que tais métodos alternativos sejam efetivos, não são suficientes para acabar com o uso dos animais em áreas específicas como, por exemplo, na avaliação do potencial carcinogênico. Mas graças a estudos aprofundados, cientistas conseguiram construir o que nomearam de Impressora 3D, uma máquina capaz de criar pele e inclusive órgãos sintéticos, o que a torna uma opção promissora de substituição definitiva. Esse estudo terá caráter observacional de revisão de literatura cujo objetivo será mostrar o histórico da utilização dos animais, citando a pertinência das indústrias farmacêuticas e cosméticas no assunto, assim como de que modo a invenção da impressora 3D pode revolucionar a qualidade das experiências, diagnóstico e estética.